Nossa História:
A RHIA surgiu em março de 2005 como realização de um sonho. Me formei em Psicologia pela PUC MINAS em dezembro de 2000. E um dos meus principais objetivos na psicologia era ajudar todas as pessoas que cruzassem o meu caminho á encontrar a felicidade.
Antes mesmo de me formar em 1998 tive a oportunidade de começar á trabalhar como consultora em gestão de pessoas em uma empresa de consultoria no âmbito nacional. E paralelamente atendia em uma comunidade no bairro que morava como estagiária de psicologia clinica. Essas duas experiências me proporcionaram ver além da teoria apresentada na academia. As pessoas são mais que suas emoções. E isso, me gerou um conflito interno, em 1998 faltava 2 anos para me graduar e precisava decidir qual linha, ou seja, teoria deveria seguir. Mas, não me encontrava em nenhuma especificamente. Amava a Psicanálise, conhecer o inconsciente e como o mesmo interfere nas escolhas é fascinante. Mas, faltava algo, não conseguia me enxergar em um clinica, ao lado de um divã sem poder interagir diretamente com meus pacientes. Aí tinha a linha comportamental – fantástica . Perceber que o reforço positivo e negativo proporciona repetição dos atos. Mas, também não era só isso, faltava algo. Pensei na Psicologia Social , onde o ambiente interfere nas escolhas e impacta a decisão, essa também fazia muito sentido, mas, também faltava algo. Pensei na psicologia existencialista / humanista essa era a que mais me enxergava, mas, e as demais? Também faziam sentido. Foi então que decidi não optar por nenhuma. E me propus ir para o campo. Para perto do Ser Humano para compreender melhor através da observação quem é a pessoa e como estabelece suas interfaces com o mundo. Para depois decidir minha linha de atuação.
Como na Psicologia Clinica não conseguia me decidir por uma única teoria, resolvi fazer minha observação e estudo do ser humano na organizacional. Me matriculei então na especialização em Psicologia da Organização, pois, era aonde encontraria mais pessoas para serem observadas, tanto em suas relações e também conhecer suas histórias de vida ( foram diversas). Encontrei isso tudo em minha atuação junto ás empresas. Como RH nas instituições pude ver de perto como as relações se estabelecem, como as relações curam ou adoecem o ser humano. Tive a oportunidade de atender diversos cenários e situações referente a doença mental. E paralelo ao trabalho como Recursos Humanos continuava realizando atendimento clinico. Dessa junção psicologia do trabalho e psicologia clinica, pude confirmar meus sentimentos e percepções sobre o ser humano, e percebi que o ser humano é único, não dá para ser dividido em social, inconsciente, comportamental e ou existencial. Pois, tudo compõem o que ele é.
Foi quando decidi que minha empresa seria para tratar o recurso humano, ou seja, o potencial da pessoa de forma integra, ou seja, inteira profissional e pessoal. E minha ação terapêutica seria conforme a necessidade do meu paciente. Me propus a olhar o todo : Inconsciente, comportamental, âmbito social e existencialismo.
Surgindo então a RHIA- VIVER PLENAMENTE
RECURSO ( ajudar a aflorar e reforças o potencial da pessoa)
HUMANO ( tratar com individualismo, como único e especial )
INTEGRA ( de forma inteira social, consciente, inconsciente, comportamento, existência )
AÇÃO ( provocar a ação, mudança de vida)
Onde a proposta é de Viver Plena ( completo) Mente Plena ( equilibrada)
Mas, ainda faltava algo. Quando conversava com meus colegas sempre diziam, você precisa se decidir: “Qual linha você quer atuar? Não dá para você pegar um pouco daqui, um pouco dali e seguir assim.”
Mas, na minha cabeça ficava … Mas, por quê? Se todos os estudos e linhas tem algo bom, Qual o sentido de ter que utilizar apenas um? Por quê não posso utilizar o que tem de bom quando achar que é cabível em um tratamento?
Foi quando em 2009 caiu em minhas mão um livro que foi o divisor de águas deste impasse. O livro: O Sentido da Vida – Victor Frankl – fundador da Logoterapia. Victor, em seus estudos fundou a Logoterapia como um campo aberto. Ou seja, inacabado. Ele dizia que não era o dono único do saber, e que sim, todas as linhas psicológicas tinham alicerces ricos e que a sua teoria está aberta para abraçar e unificar com as demais. Este foi o meu pulo do gato. Quando li falei. Esta aí!!! ´É isso que acredito!!! As teorias se conversam então não necessita escolher . Posso me aprofundar no sentido da vida.
Em suma, foi assim, que define e escolhi minha linha de atuação. Atuo desde então pelos fundamentos da logoterapia, com o foco no sentido da vida, Mas, conversando com as demais teorias . A fim de oferecer para meus pacientes o melhor atendimento profissional.

